quarta-feira, 13 de novembro de 2013
Desfado
Ana Moura @ BBC (Later with Jools Holland)
Música e letra de Pedro da Silva Martins
Quer o destino que eu não creia no destino
E o meu fado é nem ter fado nenhum
Cantá-lo bem sem sequer o ter sentido
Senti-lo como ninguém, mas não ter sentido algum
Ai que tristeza, esta minha alegria
Ai que alegria, esta tão grande tristeza
Esperar que um dia eu não espere mais um dia
Por aquele que nunca vem e que aqui esteve presente
Ai que saudade
Que eu tenho de ter saudade
Saudades de ter alguém
Que aqui está e não existe
Sentir-me triste
Só por me sentir tão bem
E alegre sentir-me bem
Só por eu andar tão triste
Ai se eu pudesse não cantar "ai se eu pudesse"
E lamentasse não ter mais nenhum lamento
Talvez ouvisse no silêncio que fizesse
Uma voz que fosse minha cantar alguém cá dentro
Ai que desgraça esta sorte que me assiste
Ai mas que sorte eu viver tão desgraçada
Na incerteza que nada mais certo existe
Além da grande incerteza de não estar certa de nada
sábado, 9 de novembro de 2013
Spark of Madness
"You're only given a little spark of madness. If you lose that... there's nothing".
- Robin Williams
- Robin Williams
quarta-feira, 30 de outubro de 2013
Surf @ Nazaré
Não sei se é coragem, se é loucura... provavelmente uma boa dose dos dois! Seja como for, é admirável.
Praia do Norte, Nazaré - Portugal
Praia do Norte, Nazaré - Portugal
domingo, 27 de outubro de 2013
quinta-feira, 24 de outubro de 2013
Aurora
WHAT ARE NORTHERN LIGHTS?
The bright dancing lights of the aurora are actually collisions between electrically charged particles from the sun that enter the earth's atmosphere. The lights are seen above the magnetic poles of the northern and southern hemispheres. They are known as 'Aurora borealis' in the north and 'Aurora australis' in the south..
Auroral displays appear in many colours although pale green and pink are the most common. Shades of red, yellow, green, blue, and violet have been reported. The lights appear in many forms from patches or scattered clouds of light to streamers, arcs, rippling curtains or shooting rays that light up the sky with an eerie glow.
The bright dancing lights of the aurora are actually collisions between electrically charged particles from the sun that enter the earth's atmosphere. The lights are seen above the magnetic poles of the northern and southern hemispheres. They are known as 'Aurora borealis' in the north and 'Aurora australis' in the south..
Auroral displays appear in many colours although pale green and pink are the most common. Shades of red, yellow, green, blue, and violet have been reported. The lights appear in many forms from patches or scattered clouds of light to streamers, arcs, rippling curtains or shooting rays that light up the sky with an eerie glow.
WHAT CAUSES THE NORTHERN LIGHTS?
The Northern Lights are actually the result of collisions between gaseous particles in the Earth's atmosphere with charged particles released from the sun's atmosphere. Variations in colour are due to the type of gas particles that are colliding. The most common auroral color, a pale yellowish-green, is produced by oxygen molecules located about 60 miles above the earth. Rare, all-red auroras are produced by high-altitude oxygen, at heights of up to 200 miles. Nitrogen produces blue or purplish-red aurora.
The Northern Lights are actually the result of collisions between gaseous particles in the Earth's atmosphere with charged particles released from the sun's atmosphere. Variations in colour are due to the type of gas particles that are colliding. The most common auroral color, a pale yellowish-green, is produced by oxygen molecules located about 60 miles above the earth. Rare, all-red auroras are produced by high-altitude oxygen, at heights of up to 200 miles. Nitrogen produces blue or purplish-red aurora.
Source: http://www.northernlightscentre.ca/northernlights.html
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
As Runas #3
Através das Runas recebemos ensinamentos constantes, não só através do que elas nos dizem mas através do modo como funcionam. As Runas em si não têm nenhum poder propriamente. Têm sim, um magnetismo próprio que vem de quem as utiliza e da forma como as utiliza. Mas elas são apenas um veículo de comunicação de uma mensagem, que por afinidade chega até nós. Ou seja, elas dizem-nos essencialmente aquilo que precisamos de ouvir num determinado momento e que chega até nós por afinidade. Isto significa que o nosso próprio magnetismo na altura e o magnetismo daquilo que pretendemos clarificar atrai a resposta certa, que vem assim naturalmente ter connosco. Tal implica que não existam acasos nem respostas fortuitas. E de facto, quem começa a utilizar as Runas apercebe-se rapidamente que as respostas têm um sentido e uma coerência impressionantes, tornando-se perfeitamente claro que nada do que elas dizem é fruto do acaso. É sim, um espelho daquilo que projectámos no momento em que pedimos um esclarecimento e que, por lei de afinidade, retorna a nós com a energia e a consciência correspondentes.
sábado, 19 de outubro de 2013
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
Gebo
" (...) True partnership can only be achieved by separate and whole beings who retain their separateness even in unity and uniting. Remember to let the winds of Heaven dance between you."
- about the rune Gebo
in The Book of Runes by Ralph Blum
sábado, 12 de outubro de 2013
As Runas #2
Na segunda parte desta publicação sobre runas achei que seria importante fazer uma referência ao estado psico-emocional aquando do lançamento das runas. Lembro-me aqui de um ditado popular que diz "Não vás com muita sede ao pote". Aplicando a este contexto, significa que quando "precisamos" muito de uma resposta das runas, ou seja, quando esta se torna uma necessidade e o fazemos num certo estado de desespero por uma resposta, essa perturbação interior prejudica o lançamento e como tal os resultados.
Quando tal acontece há uma tendência para surgirem respostas sem muito sentido, ou respostas que vão fazer-nos enfrentar os nossos medos, pois tendem a contrariar a nossa vontade. Numa explicação livre deste facto, diria que parece uma espécie de resposta "kármica", ou seja, uma reação ao nosso próprio estado de espírito no momento: quando tentamos controlar aquilo que não pode ser controlado, ou quando passamos a recorrer mais a algo exterior a nós (as runas) em vez do nosso interior (a nossa intuição), dá-se um desequilíbrio e as condições tornam-se desfavoráveis ao lançamento das runas.
Resumindo, quando algo nos está a perturbar e recorremos às runas porque precisamos de uma resposta da sua parte, o melhor será não o fazer. Primeiro devemos nos acalmar, recentrar e nessa altura, quando estivermos preparados para ouvir seja qual for a resposta sem que isso perturbe o nosso interior, aí sim, vemos o que as runas têm a dizer-nos.
quinta-feira, 10 de outubro de 2013
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