Artigo completo aqui
quinta-feira, 28 de maio de 2015
terça-feira, 26 de maio de 2015
Artigo #1 na Revista Progredir
O meu primeiro artigo para a Revista Progredir - O que as suas escolhas financeiras dizem sobre a sua maturidade - foi publicado hoje. Podem encontrá-lo na página 38. Espero que gostem ;)
Terça-feira - Dia de Marte / Tyr
"Terça-feira tem a energia guerreira e activa de Marte, deus da guerra do panteão romano, enquanto Tyr é o deus guerreiro dos nórdicos. A Runa Tiwaz - uma das 24 letras/runas do antiquíssimo alfabeto nórdico Elder Futhark - está-lhe associada, e a sua energia e significado relacionados com o deus Tyr.
O seu símbolo é uma seta virada para cima, que representa, tal como no símbolo astrológico de Marte, uma energia fortemente direccionada.Nas línguas românicas este é o dia de Marte (“Martes”, espanhol; “Mardi”, francês). Nas línguas germânicas, o nome deste dia significa “Dia de Tyr” (“Tuesday”, inglês; “Tirsdag”, dinamarquês, etc)."
segunda-feira, 25 de maio de 2015
Lisboa em Flor / Lisbon in Bloom
Jacarandás em flor no Parque Eduardo VII, Lisboa - Portugal
Jacarandás in bloom at Eduardo VII Park, Lisbon - Portugal
domingo, 24 de maio de 2015
Einstein and the Cosmic Religiousness
"The most beautiful and most profound experience is the sensation of the mystical. It is the sower of all true science. He to whom this emotion is a stranger, who can no longer wonder and stand rapt in awe, is as good as dead. To know that what is impenetrable to us really exists, manifesting itself as the highest wisdom and the most radiant beauty which our dull faculties can comprehend only in their primitive forms - this knowledge, this feeling is at the center of true religiousness".
'The Merging of Spirit and Science', Albert Einstein
"I cannot conceive of a personal God who would directly influence the actions of individuals, or would directly sit in judgment on creatures of his own creation. I cannot do this in spite of the fact that mechanistic causality has, to a certain extent, been placed in doubt by modern science. My religiosity consists in a humble admiration of the infinitely superior spirit that reveals itself in the little that we, with our weak and transitory understanding, can comprehend of reality. Morality is of the highest importance - but for us, not for God."
sábado, 23 de maio de 2015
Sull'Aria
"Le Nozze di Figaro", de Wolfgang Amadeus Mozart
Dueto de Condessa Almaviva e Susanna [Kiri Te Kanawa e Mirella Freni]
quinta-feira, 21 de maio de 2015
Nauthiz, a Grande Professora
Artigo publicado no Sapo Lifestyle>Astral
http://lifestyle.sapo.pt/astral/espiritualidade/autoconhecimento-espiritualidade/artigos/nauthiz-a-grande-professora
Nauthiz, a Grande Professora
Já dizia o Capitão Barbossa, dos Piratas das Caraíbas,
“Por certo tens de estar perdido para encontrares um lugar que não pode
ser encontrado. Caso contrário, todos o encontrariam”... mas aqui o
lugar maravilhoso a descobrir, é o que fica dentro de nós.
Caminhar
sempre pelo mesmo trilho, ler sempre o mesmo género de livros, ouvir o
mesmo tipo de música, encontrar as mesmas soluções, estar sempre com as
mesmas pessoas, cristaliza-nos… mata-nos aos pouquinhos. Cantava Amália
Rodrigues no fado Meia-noite e uma guitarra (letra de Álvaro
Duarte Simões), “Viver é estar-se perdido, morrer é estar onde estou
(…). É loucura sem sentido caminhar por onde vou”. Caminhar sempre pelo
mesmo trilho, é portanto, ir sempre ter ao mesmo destino, onde nada de
novo acontece…
É então que a Vida nos tira o “tapete” – e é porque
a Vida conspira a nosso favor que nos tira os "tapetes". Estes são as
ilusões de que nos rodeamos, as falsas seguranças e repetitivas ideias a
que nos habituámos, que foram cristalizando o nosso ser, fazendo com
que deixasse de haver espaço para o novo. E como diz outro personagem
fictício do cinema, o grande Mestre Yoda da Guerra da Estrelas: “Tens de desaprender o que aprendeste”.
Quando
o arquétipo que a Runa Nauthiz representa age na nossa vida, há
constrangimento, limitação e dor. Essa dor é o alerta de que algo está
em desequilíbrio em nós e na forma com estamos a viver. E tal como
acontece com os pratos da balança, há algo que é preciso acrescentar …
ou retirar … para se conseguir o equilíbrio. A palavra-chave a ter em
mente é “oposto complementar”. Afinal tudo o que existe é feito de
contrastes, de polaridades.
Portanto, para devolver o equilíbrio a
algo que vemos como um problema ou um obstáculo e que está a causar-nos
sofrimento, há que olhar para o outro prato da balança, e perceber o
que na nossa vida está a mais ou está em falta. E para o fazer é preciso
auto-observação e auto-análise, ou seja, olhar para dentro. É também
essencial que nos vigiemos, para evitarmos cair nos mesmos padrões
emocionais e mentais que antes provocaram o nosso sofrimento. Nas
palavras de Albert Einstein, “Não se pode resolver um problema com o
mesmo grau de consciência que lhe deu origem”.
O sofrimento pode,
por vezes, parecer demais, mas “Deus dá-nos aquilo com que conseguimos
lidar, mesmo que não acreditemos nisso” (do filme Beautiful Creatures, de
Richard LaGravenese). Tudo isso é a Vida disfarçada de Grande
Professora, que nos obriga, por (nossa) necessidade, a crescer,
fortalecer-nos, e a encontrar soluções criativas e audazes para
retirarmos da nossa vida o que nos limita e ainda aprendermos com isso!
Nauthiz
faz-nos descobrir, através da limitação e do constrangimento, a nossa
própria sabedoria e força interior, revelando dentro de nós os tais
lugares que desconhecíamos existirem. Antes de nos encontrarmos, é
preciso estarmos perdidos.
Sejamos gratos a todos os grandes
Professores que passam pela nossa vida, seja eles livros, filmes,
canções, experiências difíceis ou pessoas que nos magoaram. O nosso
crescimento e evolução acontecem graças a todos eles.
Vera Vieira da Silva
email: v.vieiradasilva@gmail.com
artigo do parceiro:
Vera Vieira da Silva
Como funciona o Karma?
Artigo publicado no Sapo Lifestyle>Astral
http://lifestyle.sapo.pt/astral/espiritualidade/autoconhecimento-espiritualidade/artigos/como-funciona-o-karma
Como funciona o Karma?
Temos o hábito de atribuir à sorte ou
ao azar o facto de algo nos correr melhor ou pior… relativamente às
expectativas que tínhamos. Outras vezes, culpamos ou exaltamos o Destino
por aquilo que nos dá, esquecendo o nosso papel e a nossa
responsabilidade em criar a nossa própria vida, independentemente de
existirem ou não caminhos pré-definidos antes ainda do nosso nascimento.
Ninguém pode garantir-nos se o Karma e o Destino existem, nem dar-nos
certezas que só podem surgir dentro de nós. Mas uma coisa é certa: somos
nós que escolhemos como reagir ao que nos acontece. Nós decidimos como
agir perante o que a Vida nos apresenta.
A palavra “Karma” é
frequentemente utilizada como uma espécie de sinónimo de “castigo”, mas
felizmente há cada vez maior consciência sobre o seu verdadeiro
significado. Karma é uma palavra de origem sânscrita – uma língua da
Índia e das mais antigas da família Indo-Europeia – que significa
“reação”. Reação é, por definição, uma resposta a uma ação anterior.
Conforme a qualidade dessa ação - qualidade com o sentido de
característica ou atributo – assim será a reação que provoca.
De
acordo com esta ideia, não existem ações “boas” ou “más”, como não
existem pessoas boas ou más. Existem sim, tendências positivas e
negativas, dentro de todos os seres. O que chamamos de más pessoas são
seres humanos que concentram em si e manifestam através suas ações uma
quantidade superior de tendências negativas, que precisam de ser
trabalhadas, sublimadas e transformadas em tendências positivas. E esse é
um processo longo… de muitas vidas.
“Mal é ignorância, e Bem é
sabedoria” (Henrique José de Souza), significa que a maldade é e advém
da ignorância, ou seja, do desconhecimento do Homem relativamente às
leis cósmicas e relativamente a si próprio. Sem o mínimo conhecimento de
como estas leis universais se manifestam e se refletem na sua vida, o
Homem terá de cair e levantar-se muitas vezes, até adquirir sabedoria,
esse Bem precioso que resulta de todas as suas experiências e é fruto do
seu próprio esforço.
E então o que posso fazer para alterar o meu Karma?
A
cada momento, nós alteramos o nosso Karma, mesmo sem termos consciência
disso. Dependendo dos nossos pensamentos - postos em prática ou apenas
pensados – assim será a nossa vida. É por isso que se diz que nós
criamos a nossa realidade. Daí a importância do autoconhecimento, e de
nos vigiarmos, não de forma castradora e punitiva, mas de forma a nos
conhecermos cada vez melhor, e a termos cada vez mais controlo das
nossas emoções e da nossa mente, para que estas não andem num constante
turbilhão ao sabor de elementos exteriores.
Se não está contente
com a sua vida, lembre-se de que está apenas a viver o reflexo daquilo
que antes criou e enviou, em atos e pensamentos. Depende de si alterar
essa realidade. Para o fazer, conheça-se cada vez melhor, observe-se e
observe o mundo, procure conhecer e reconhecer à sua volta as leis que
regem tudo o que existe. Comece então a alterar, conscientemente, aquilo
que sabe que está em desequilíbrio e que pode ser melhorado. Temos em
nós todas as ferramentas de que necessitamos para trabalhar e lapidar o
nosso próprio ser... somos uma obra de arte em progresso, e cada um de
nós o único responsável pela sua concretização. Basta ter vontade, agir e
realizar!
Vera Vieira da Silva
email: v.vieiradasilva@gmail.com
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Vera Vieira da Silva
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